2022: sistemas eleitorais e a revolução dos bichos
DIÁRIO DE UM CIENTISTAPOLÍTICO, POR DOUGLAS DIAS

Rumo a 2022 chama atenção o intenso trânsito político nas cidades do interior, de repente alguns deputados descobriram que existe um sertão em Alagoas. Críticas à parte, a ciência da política chama o feito a ordem para um destaque: a baixa representação do sertão na bancada federal.
Particularmente, o fenômeno não é novo e sua principal causa é o sistema de eleição proporcional que acaba fabricando políticos com nenhum compromisso territorial.
Usando ‘A revolução dos bichos’ como referência, o que se pretende advertir é para forma na qual elegemos o homem ou porco que controlará a granja, contudo, independente do sistema eleitoral nada adianta se continuarmos a votar errado.
No fim a escolha principal volta-se para: manutenção com reservas do sistema proporcional ou aplicação do princípio majoritário; ainda assim, vale a crítica literária de Orwell:
“As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez, mas já era impossível distinguir quem era homem, quem era porco.”
Vote consciente.
Siga em frente!

![[WEB BANNER 0046] 4 ANOS ÁGUAS DO SERTÃO.png](https://static.wixstatic.com/media/c3f36f_caf65a9f930e41f884a2ec7909775202~mv2.png/v1/fill/w_882,h_109,al_c,q_85,usm_0.66_1.00_0.01,enc_avif,quality_auto/%5BWEB%20BANNER%200046%5D%204%20ANOS%20%C3%81GUAS%20DO%20SERT%C3%83O.png)




Comentários