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Acidente com romeiros: MP solicita documentações a município e investiga responsabilidades

  • TNH1
  • há 24 horas
  • 2 min de leitura

O MPAL já se reuniu com a Prefeitura de Coité do Nóia — cidade de origem dos romeiros que embarcaram no veículo

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O Ministério Público de Alagoas (MPAL) anunciou, nesta quarta-feira (4), a abertura de frentes de investigação para apurar as responsabilidades administrativa, cível e criminal pelo grave acidente com ônibus em São José da Tapera, no Sertão alagoano. O MPAL já se reuniu com a Prefeitura de Coité do Nóia — cidade de origem dos romeiros que embarcaram no veículo de placa JJB3D75, da empresa Preto Tuur — para requisitar documentos que serão avaliados pelo órgão estadual.


"A Promotoria de Justiça de Taquarana, responsável pelo município de Coité do Nóia, realizou uma reunião com os representantes municipais para requisitar documentos que serão avaliados e também para a continuidade para as medidas de assistência às famílias e aos feridos", disse o promotor de Justiça Lucas Mascarenhas.


"A população de Coité do Nóia pode ter certeza que haverá seriedade, transparência e atuação firme do MP, em respeito absoluto às vítimas e às famílias. Após a coleta adequada de todas as informações, perícias e a finalização do inquérito policial, o MP analisará todas essas informações para eventual responsabilização administrativa, cível e criminal", acrescentou.


Mascarenhas destacou ainda que o MPAL seguiu duas diretrizes nesse primeiro momento. Segundo ele, a primeira frente de atuação foi garantir providências de amparo aos feridos, atendimento médico e suporte psicológico às famílias, como também atenção especial às pessoas com maior vulnerabilidade. Uma segunda frente, mais técnica, foi garantir a colheita de provas para condução adequada do inquérito policial.


"Vamos acompanhar toda a evolução do inquérito, e ao final, formaremos a convicção em relação às responsabilidades: administrativa, cível e criminal", salientou.


O TNH1 tentou contato com o Município, mas sem êxito, deixando assim o espaço aberto para o pronunciamento da Prefeitura sobre o encontro com o Ministério Público.

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