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Cirurgia plástica e troca de endereços: como ‘Toinho da Barra’ ficou 22 anos impune após matar homem a pauladas no Sertão de AL

Ele também é acusado de participação em uma chacina que resultou na morte de três homens em Tapera

Foto: Reprodução

Antônio José dos Santos, de 65 anos, conhecido como “Toinho da Barra”, chegou a fazer uma cirurgia plástica no rosto e utilizava documentos falsos para fugir das investidas policiais, após ser condenado pela morte de um empresário, ocorrida em 2002, em Pão de Açúcar, Sertão de Alagoas.


A condenação se deu em 2010, tornando-se foragido da Justiça alagoana, sendo preso, nessa terça-feira (9), na Bahia.


Uma imagem divulgada pela polícia e publicada no site da CNN Brasil mostra a mudança de aparência de Toinho, que passou mais de uma década foragido. Ele também é conhecido como o "Monstro do Sertão".


Ele havia sido condenado a 22 anos de reclusão pelo homicídio de Luiz Antônio Monteiro Torres, espancado até a morte em 2002, na cidade de Pão de Açúcar.


Na companhia de um tio e um primo, Luís Antônio estava num bar da cidade quando foi agredido pelo acusado. Toinho fechou as portas do estabelecimento e iniciou os golpes com um pau na vítima, que chegou a ser socorrida, mas, três dias depois, não resistiu aos ferimentos e faleceu.


Mesmo ferida, a vítima contou aos familiares o que aconteceu. O motivo do crime seria o suposto envolvimento do empresário com a esposa de "Toinho da Barra".


Toinho também foi acusado de uma chacina em 1984, na cidade de São José da Tapera, quando matou a tiros de metralhadora e espingarda calibre 12 o agricultor Givaldo Ferreira dos Santos, o advogado João Alves e o pré-candidato a prefeito Wellington Fontes.


A PRISÃO


A Polícia Civil da Bahia recebeu informações de que "Toinho da Barra" mudava frequentemente de endereço, na tentativa de despistar a polícia, mas, nos últimos cinco anos, tinha uma vida normal como empresário e com a família no Estado. Um monitoramento foi realizado até que conseguiram prendê-lo.


No momento da prisão, Toinho estava em posse de documentos falsos em nome de José Antônio Andrade dos Santos, apresentando-se aos policiais civis com esses documentos.


O homem passou por exames de lesões corporais e ficou à disposição da Vara de Execuções Penais.

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