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Flávio Bolsonaro admite visita a dono do Banco Master após prisão da PF

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    Redação
  • há 17 horas
  • 2 min de leitura

Senador confirmou encontro com Daniel Vorcaro em São Paulo após primeira prisão do banqueiro, em 2025; empresário voltou a ser preso neste ano por decisão do STF.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro confirmou ter visitado o banqueiro Daniel Vorcaro no fim de 2025, logo após a primeira prisão do empresário pela Polícia Federal. O encontro ocorreu na residência de Vorcaro, em São Paulo, depois de ele deixar a prisão mediante medidas restritivas impostas pela Justiça.


A informação foi divulgada inicialmente pelo portal Metrópoles e confirmada pelo próprio senador durante pronunciamento à imprensa nesta terça-feira (19), após reunião com parlamentares do PL, em Brasília.


Segundo Flávio Bolsonaro, a visita teve como objetivo encerrar qualquer relação comercial com o banqueiro após a repercussão da investigação. O senador afirmou que Vorcaro estava impedido de deixar o estado de São Paulo e, por isso, decidiu ir até a residência dele.


“Fui sim ao encontro dele para botar um ponto final nessa história. Dizer que, se ele tivesse me avisado que a situação era grave como essa, eu já teria ido atrás de outro investidor há muito mais tempo”, declarou o parlamentar.


Daniel Vorcaro foi preso pela primeira vez em novembro de 2025, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, quando tentava embarcar para o exterior. Pouco tempo depois, ele foi solto por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), mas passou a cumprir medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica e apresentação periódica à Justiça.


Em março de 2026, o banqueiro voltou a ser preso, desta vez por determinação do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Na decisão, o magistrado apontou “risco concreto de interferência nas investigações”.


As apurações revelaram ainda a existência de uma suposta estrutura paralela de espionagem ligada a Vorcaro, descrita como uma “milícia pessoal”, que teria acesso a informações sigilosas da Polícia Federal. O grupo seria comandado por Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido pelo apelido de “Sicário”.

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