top of page

Secretaria da Mulher leva capacitação às equipes que atuam no combate à violência em Carneiros

  • Agência Alagoas
  • 27 de jan.
  • 2 min de leitura

O Percurso Formativo Territorial faz parte das atividades da política Alagoas Lilás

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Secretaria de Estado das Mulheres de Alagoas (Semu) segue levando o Percurso Formativo Territorial para os municípios do interior de Alagoas. Nesta segunda-feira (26), foi a vez de Carneiros receber a equipe da política Alagoas Lilás.

 

A ação, que segue nesta terça-feira (27), reúne profissionais e representantes de diferentes serviços da rede que atuam diretamente no atendimento e na garantia de direitos das mulheres. A iniciativa promove qualificação técnica, alinhamento institucional e construção coletiva, com o objetivo de aprimorar os fluxos de atendimento e fortalecer a atuação integrada em todo o estado.

 

O encontro reúne os municípios de São José da Tapera, Senador Rui Palmeira, Pão de Açúcar, Monteirópolis, Canapi e Olho d’Água das Flores, fortalecendo a rede de apoio e os mecanismos de proteção e defesa dos direitos das mulheres. Para Claudiana Ferreira, de São José da Tapera, a iniciativa fortalece a política nacional de enfrentamento à violência contra as mulheres. “O percurso fortalece as políticas públicas, capacitando a rede de atendimento às vítimas e aprimorando o acolhimento”, afirmou.


Alagoas Lilás

 

A política Alagoas Lilás é uma iniciativa pioneira do Governo de Alagoas, realizada em parceria com o Instituto Natura.

 

A formação aborda temas como o enfrentamento à violência de gênero, o mapeamento dos serviços existentes nos territórios e o aprimoramento da resposta institucional no âmbito municipal.

 

Diferente de ações pontuais, o Alagoas Lilás funciona como uma política pública permanente, que organiza e fortalece a rede de proteção, garantindo aos municípios apoio técnico, formação continuada e articulação interinstitucional. O objetivo é promover um atendimento mais eficiente, humanizado e integrado às mulheres, assegurando que os serviços conversem entre si, que os fluxos funcionem na prática e que nenhuma mulher fique sem acolhimento por falta de orientação, encaminhamento ou estrutura no território.

 

Comentários


CARD SERTÃ 142- SETEMBRO .jpg
bottom of page