Água Branca e o fim da segunda “pseudo dinastia”
- Blog Politicando
- 21 de dez. de 2020
- 1 min de leitura
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Por várias décadas, o município de Água Branca, sertão alagoano, conviveu com uma análoga ditadura política, quando boa parte de sua história foi liderada pela família Torres. Em meados dos anos 2000, a população disse não ao grupo que se mantinha no monopólio do poder.
O que o povo da terra do barão não esperava, era que outra família tentaria repetir o que havia sido quebrado lá atrás. A prole dos “Dorinha”, que ao todo somou 16 anos na chefia do poder executivo, ensaiou uma dinastia natimorta, tendo fim declarado oficialmente na última eleição.
Mais uma vez, os aguabranquenses deram um não substancial aos antigos mandatários. Mesmo com o apoio do governador do estado, usando da estrutura do Hospital e do seu gigantesco poderio econômico, José Rodrigues e seus seguidores não chegaram nem perto de conquistar a prefeitura.
Depois de quase duas décadas de administrações tímidas, cheias de problemas com a justiça – inclusive com visita da Polícia Federal – o povo agora respira aliviado por ter se libertado de uma vez por todas, de mais uma fonte de opressão e instabilidade.
Para finalizar, existe um componente ímpar, que comprova a falência política dos Dorinha. Em um áudio do próprio José Rodrigues Gomes, em conversa informal com um popular, em tom de despedida destaca: “[...] não tenho mais essas intenções de voltar em política não. Acho que o melhor que a gente tem é parar um pouco e deixar o povo realmente, vê o que realmente quer...”.
Ouça o áudio
Pergunto: Qual o nome do filme? Sugestão: Clã Dorinha: A Batalha Final – Game Over

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