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IML conclui laudo sobre morte de bebê de 29 dias em Pariconha e aponta asfixia por sufocação

  • Pablo Vitor - Sertão 142
  • 15 de jun
  • 1 min de leitura

Atualizado: 16 de jun

Recém-nascida chegou sem vida ao HRAS. Exame do IML identificou sinais compatíveis com sufocação direta

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca concluiu que a bebê de 29 dias que morreu no último sábado (13), após dar entrada sem vida no Hospital Regional do Alto Sertão (HRAS), foi vítima de asfixia por sufocação direta. A criança era moradora do povoado Marcação, zona rural de Pariconha, no Sertão de Alagoas.


A conclusão consta no exame tanatoscópico realizado pelo médico-legista Francisco Pessoa. Segundo a Polícia Científica, os peritos identificaram um conjunto de sinais anatomopatológicos compatíveis com hipóxia severa, entre eles cianose cervicofacial, edema cerebral, pulmões hiperinsuflados e congestão do fígado e do baço.


Durante a necropsia, não foram encontrados corpos estranhos na traqueia nem nas vias aéreas superiores que pudessem justificar uma obstrução respiratória interna. De acordo com o laudo, os elementos técnicos observados apontam para um mecanismo de sufocação provocado por agente externo, capaz de impedir a entrada de ar nos pulmões.


O caso havia sido registrado inicialmente como morte a esclarecer após a recém-nascida chegar sem sinais vitais ao HRAS. Na ocasião, a Polícia Militar, o Conselho Tutelar e o Instituto Médico Legal foram acionados para acompanhar a ocorrência.


O laudo pericial foi encaminhado à autoridade policial responsável pelo caso. Caberá agora à Polícia Civil apurar as circunstâncias da morte e definir se houve responsabilidade criminal.


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